Antes da partida, confirme as regras de entrada aplicáveis à sua nacionalidade junto de uma representação comoriana ou da companhia aérea. Há vistos à chegada em Hahaya e noutros pontos de entrada, mas as taxas e condições podem variar; as orientações do Reino Unido e da França indicam cerca de 30 EUR, e a aceitação de pagamentos em EUR ou USD deve ser confirmada antecipadamente. Alguns requisitos específicos por nacionalidade também incluem bilhete de regresso, uma morada durante a estadia e prova de cerca de 30 EUR por dia, conforme indicado para turistas franceses. Declare os bens sujeitos a restrições e verifique se o país de partida ou de trânsito exige um certificado de febre amarela. Leve o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia quando aplicável e consulte um profissional de medicina do viajante pelo menos oito semanas antes da partida, pois há malária nas Comores durante todo o ano. À entrada, mantenha o passaporte, o visto e as cópias facilmente acessíveis. Uma estadia superior a três meses exige um visto de longa duração através do Ministère de l’Intérieur ou de uma representação consular comoriana. O cartão de residência deve ser obtido no prazo de dez dias e renovado anualmente; a autorização de trabalho é uma questão migratória separada. Tenha à mão a morada do alojamento e os contactos do anfitrião ou do hotel. A estrada entre Hahaya e Moroni pode ser afetada por protestos ou perturbações; por isso, organize o transporte e reserve tempo adicional, em vez de depender de uma ligação imediata. Não há provas de que exista nas Comores um serviço central de registo para todas as pessoas recém-chegadas. Qualquer registo depende do seu estatuto e deve ser confirmado junto da autoridade responsável por esse estatuto. Leve identificação, respeite as regras islâmicas locais e evite manifestações e estradas bloqueadas. Nas transações locais usam-se francos comorianos (KMF). Os bancos e as caixas multibanco são limitados, os cartões podem não funcionar de forma fiável e o troco é normalmente dado em KMF. Leve dinheiro suficiente para transporte, alojamento e bens essenciais. A Comores Telecom Huri disponibiliza um cartão SIM por 4 000 KMF; a ativação é feita através do número 333. A ANRTIC indica a Comores Telecom e a Yas Comores, mas a disponibilidade do serviço depende da ilha e as regras aplicáveis ao registo de cartões SIM não foram estabelecidas na informação disponível. As instalações médicas são geralmente básicas e, na sua maioria, privadas. Podem ocorrer interrupções de eletricidade e água. O seguro de viagem, fundos acessíveis e cobertura de evacuação reduzem as consequências de doença ou lesão grave. A polícia pode ser contactada pelo 117 e os bombeiros pelos 113 ou 114. O El Maarouf, na Grande Comore, pode ser contactado pelo +269 773 26 04; o Hôpital de Fomboni, em Mohéli, pelo +269 772 03 73; e o Hôpital de Hombo, em Anjouan, pelo +269 771 00 34.
Chegada às Comores
A chegada às Comores exige verificações separadas dos documentos de entrada, da alfândega, do dinheiro, da saúde, do alojamento e das comunicações, pois nenhum serviço único cobre todas as etapas. Em geral, o passaporte precisa de ter pelo menos seis meses de validade e é necessário visto. Ter francos comorianos em numerário, uma morada confirmada e um plano de transporte fiável é útil desde o primeiro dia.
VivAVia pode cometer erros. Verifique as informações importantes.

