O termo bengali শিক্ষাধীনতা descreve a aprendizagem profissional, e শিক্ষাধীন significa aprendiz. Nos termos do Capítulo XVIII da Lei do Trabalho de Bangladesh de 2006 e do Capítulo VII das Regras Trabalhistas de Bangladesh de 2015, um empregador pode oferecer um programa registrado em uma ocupação que admite aprendizes, sob a supervisão do Inspetor-Chefe ou de um agente autorizado. A Ordenança de Aprendizagem de 1962 já não é a base legal vigente. Em geral, as regras aplicam-se a estabelecimentos em operação há mais de dois anos e que normalmente empregam pelo menos 50 trabalhadores. Salvo determinação de outra proporção, o número médio de aprendizes deve ser de pelo menos um quarto das pessoas que trabalham em ocupações que admitem aprendizes. Pessoas com deficiência têm prioridade segundo o marco legal indicado. O empregador paga os custos do programa, oferece formação prática estruturada, designa supervisão, mantém registros, apoia a avaliação e permite inspeção ou orientação da autoridade competente. Em geral, a formação teórica deve representar pelo menos 20% das horas de trabalho. Os aprendizes frequentam instrução prática e teórica, seguem instruções legais, fazem testes periódicos e trabalham para alcançar competência. Saída antecipada sem autorização, violação do acordo, progresso insuficiente ou ausência podem acionar regras de compensação, e uma reclamação não resolvida pode ser levada à autoridade competente. O empregador não tem obrigação automática de oferecer emprego após a conclusão bem-sucedida. A tabela de subsídios da Regra 340 das Regras Trabalhistas prevê 50% do salário de um trabalhador qualificado na mesma categoria ou profissão no primeiro ano, 60% no segundo, 75% no terceiro e o salário integral do trabalhador qualificado após mais de três anos. O pagamento por peça é proibido, embora possa ser oferecido um incentivo maior. Em geral, jornada, licença, equipamentos de segurança e supervisão seguem as proteções aplicáveis a outros trabalhadores, com restrições específicas para crianças e adolescentes, trabalho perigoso, trabalho noturno e horas extras. Normalmente, o estabelecimento utiliza uma banca avaliadora de cinco membros, incluindo pessoas qualificadas na profissão, para avaliações anuais, terminais ou finais. A conclusão bem-sucedida pode levar a um certificado, mas é necessário verificar a entidade emissora, a ocupação, o nível, a acreditação e o registro da avaliação. Uma credencial BTEB ou NTVQF não equivale a uma declaração informal de um empregador, e a experiência de trabalho informal, por si só, não cria um certificado nacional automaticamente transferível. Bangladesh também oferece aprendizagem e formação não formal por meio de instituições de formação profissional registradas na NSDA, ONGs, projetos e programas industriais. A aprendizagem informal costuma ocorrer com um ustad em uma pequena empresa; é fortemente prática, mas duração, acordo, subsídio, segurança, supervisão e certificado dependem do arranjo individual. Opções formais e não formais podem se vincular a níveis de competência do NTVQF ou ao reconhecimento do BTEB somente quando o curso é acreditado e a avaliação autorizada. Instituições técnicas públicas, centros de formação do BMET, BITAC, institutos privados, ONGs e locais de trabalho oferecem opções ocupacionais distintas, incluindo construção, eletricidade, soldagem, reparo automotivo, confecções, hotelaria, agricultura e TIC. Admissão, limites de idade, escolaridade prévia, taxas, vagas e duração dependem do aviso atual do programa. Antes de se inscrever, verifique o provedor, a ocupação, a acreditação, o centro de avaliação, quem emite o certificado, os custos e as vagas atuais junto à instituição responsável.
Aprendizagem profissional em Bangladesh
A aprendizagem profissional em Bangladesh combina prática supervisionada no local de trabalho com formação planejada em uma ocupação designada durante um período fixo. Bangladesh tem um marco legal formal para programas de aprendizagem conduzidos por empregadores, mas não possui um único sistema dual nacional. A aprendizagem informal com um ustad ou mestre artesão continua comum, enquanto certificados e qualidade da formação variam conforme o provedor, a avaliação e o reconhecimento.
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