O Ministério da Educação, Juventude, Esportes e Cultura e o chefe de Educação supervisionam currículo, admissão, encaminhamento, frequência e educação especial. O dia escolar em Granada tem duas sessões, com registro de presença em cada sessão. O ano letivo começa em 1º de setembro e termina em 31 de agosto. As férias costumam incluir períodos de cerca de três semanas, duas semanas e oito semanas, embora calendários e horários escolares possam variar. A educação pré-primária está disponível em prestadores públicos e privados de primeira infância para crianças de aproximadamente três e quatro anos, mas não é obrigatória. O ensino primário normalmente abrange as séries 1 a 6 e inclui língua, matemática, ciências, estudos sociais, saúde e vida familiar, educação física, estudos religiosos, agricultura, artes e trabalhos manuais. Testes de Competência Mínima são realizados em determinadas séries do ensino primário. No fim da 6ª série, a Avaliação de Saída do Ensino Primário do Caribe (Caribbean Primary Exit Assessment, CPEA) avalia competências matemáticas, linguísticas, cívicas e científicas por meio de componentes internos e externos e apoia a transição para o ensino secundário. Escolas públicas, privadas assistidas, privadas e confessionais oferecem ensino secundário. As escolas oferecem disciplinas básicas e de formação geral segundo o currículo nacional. O Certificado Caribenho de Educação Secundária (Caribbean Secondary Education Certificate, CSEC) é a principal qualificação secundária central. O Exame de Nível Secundário (Secondary Level Examination, SLE) está documentado como opção alternativa ou de reserva, mas as evidências disponíveis não esclarecem totalmente seu uso atual após a CPEA. O ensino superior e a formação técnica ou profissional vêm depois do ensino secundário e são áreas educacionais separadas. As famílias podem escolher entre ensino público, privado, privado assistido e domiciliar, desde que cumpram os requisitos aplicáveis. A admissão à educação pré-primária e ao ensino primário geralmente dá prioridade à localidade. Normalmente são solicitados certidão de nascimento e registro de imunização ou isenção válida. A admissão ao secundário costuma começar por volta dos onze anos. Uma transferência geralmente exige carta assinada e vaga na escola que receberá o aluno; o chefe de Educação pode resolver disputas. A lei prevê um programa educacional para residentes em idade escolar obrigatória. A Lei de Alteração da Educação n.º 5 de 2024 eleva a idade escolar obrigatória de 16 para 17 anos, com efeitos a partir de 1º de setembro de 2024, o que significa que a frequência deve continuar até os 18 anos. Uma versão acessível da lei educacional anterior ainda contém as disposições de idade antigas; por isso, as famílias devem confirmar com o Ministério ou a escola as orientações operacionais de admissão e frequência. Os pais têm o dever de assegurar frequência regular. Espera-se que os alunos compareçam pontualmente, participem do programa, acompanhem o currículo e cumpram as regras de conduta escolar. Agentes de frequência podem investigar ausências, emitir advertências e fazer cumprir os requisitos de presença. Em geral, escolas públicas não cobram mensalidade pela frequência regular. Livros, uniformes, refeições, transporte, serviços especializados e outros itens listados ainda podem gerar custos. As evidências disponíveis não indicam padronização central das taxas de escolas privadas e confessionais. Estudantes de fora da OECS ou da Commonwealth podem estar sujeitos a cobranças. Um encaminhamento determinado pelo governo a uma escola privada pode envolver pagamento governamental das taxas e dos custos relacionados. Pode haver ajuda para materiais, uniformes, refeições e dispositivos digitais por meio de programas específicos; a elegibilidade e o prazo dependem do programa e do caso. Os pais podem receber informações sobre progresso, comportamento e frequência, observar atividades escolares pertinentes e participar por meio de associações de pais e professores. Há ensino religioso e culto em escolas públicas e privadas assistidas; proteções constitucionais permitem que um pai, mãe ou estudante recuse instrução ligada a outra religião. Crianças com excepcionalidades intelectuais, comunicativas, comportamentais, físicas ou múltiplas têm direito legal a um programa educacional adequado. Busca-se o ambiente menos restritivo possível, quando os recursos permitem. Avaliação, consentimento dos pais, consulta e acesso a relatórios fazem parte do processo; em geral, é possível apresentar recurso ao Ministro em até 14 dias da decisão pertinente. A capacidade de atendimento é desigual, e apenas um pequeno número de escolas especializadas atende essa área. A oferta escolar está distribuída em um sistema misto. Um perfil da UNICEF contabilizou 215 instituições educacionais, incluindo 108 pré-escolas, 77 escolas primárias, 24 secundárias e 3 de educação especial; o mesmo perfil registrou cerca de 68% de instituições privadas e 32% públicas. Os números e as taxas de matrícula variam conforme o ano de referência e a fonte. Diferenças entre paróquias são relevantes, e as estatísticas oficiais tratam Carriacou e Petite Martinique como uma única paróquia. O furacão Beryl danificou ou destruiu 34 escolas em 2024; perda de aprendizagem, segurança escolar, intimidação, violência entre crianças e preocupações com castigos corporais também são relevantes para avaliar a continuidade e a segurança de uma escola específica.
Escolas em Granada
O sistema escolar de Granada abrange educação pré-primária, primária, secundária e especial. Escolas públicas, privadas assistidas, privadas e confessionais coexistem com o ensino domiciliar. O ensino primário geralmente começa por volta dos cinco anos e dura seis anos; o secundário normalmente vem em seguida, por volta dos onze anos. Em geral, não há mensalidade no ensino público, mas as famílias ainda podem ter despesas com livros, uniformes, materiais, transporte ou serviços especializados.
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