Granada é um país insular vulcânico, com sistemas naturais que incluem terras altas centrais, floresta nublada, floresta pluvial, floresta seca, sistemas de água doce, paisagens agrícolas, manguezais, recifes de coral, pradarias marinhas, praias e estuários. Florestas e bacias hidrográficas regulam a água, reduzem a perda do solo, armazenam carbono e sustentam meios de subsistência. Estima-se que as florestas cubram cerca de 17% do território nacional e incluam quatro tipos principais. Manguezais, recifes e pradarias marinhas também reduzem danos costeiros, retêm sedimentos e oferecem áreas de reprodução e alimentação para a vida marinha. A Reserva Florestal de Grand Etang abrange paisagens de terras altas entre aproximadamente 300 e 760 metros. O lago Grand Etang é um lago de cratera a cerca de 530 metros e cobre aproximadamente 36 acres. A reserva contém mais de dez vales costeiros íngremes e nascentes, inclusive áreas associadas a Mt. Qua Qua, Southeast Mountain e Mt. Sinai. Suas florestas, bacias hidrográficas, espécies e trilhas fazem dela uma das áreas naturais mais importantes do país. Trilhas comuns incluem Morne LaBaye, com cerca de 200 metros; Beausejour, com 300 metros; Shoreline, com 2 quilômetros; Mt. Qua Qua, com 3 quilômetros; Cross e Seven Sisters, com cerca de 5 quilômetros; e Concord e Annandale, com cerca de 6 quilômetros. O Departamento de Florestas e Parques Nacionais administra os recursos florestais e as trilhas; as instalações para visitantes estão associadas à Autoridade de Turismo de Granada. A taxa informada para visitantes de Grand Etang é XCD 5,34 ou USD 2. A disponibilidade de trilhas e guias pode mudar conforme o clima e a estação. A zona úmida de Levera combina habitats de manguezal, água doce, praia, recife e pradarias marinhas em torno da lagoa de Levera e da ilha Sugarloaf. Levera é o sítio Ramsar de Granada, uma zona úmida reconhecida internacionalmente e registrada como sítio número 2034. As informações atuais da Ramsar indicam uma área de cerca de 518 hectares, enquanto um portal nacional informa cerca de 512 hectares; portanto, os limites e a área devem ser verificados antes de decisões geográficas ou jurídicas. A lagoa de Levera cobre cerca de 23 acres, e a praia de Levera tem aproximadamente 700 metros. A zona úmida controla águas de inundação, retém sedimentos e ajuda a estabilizar a costa. As áreas terrestres protegidas de Granada incluem a Reserva Florestal de Grand Etang, o Parque Nacional de Mt. Hartman, criado em 1996, o Santuário ou Área Protegida da Pomba de Perseverance e a zona úmida de Levera. A Lei de Parques Nacionais e Áreas Protegidas, Cap. 206, a Lei de Conservação de Florestas, Solos e Água, Cap. 116, e a Lei da Reserva Florestal de Grand Etang, Cap. 124, fornecem bases jurídicas sobrepostas. Responsabilidades e fiscalização podem ser fragmentadas; confirme a designação, os limites e a regra de gestão atual de cada local específico com a autoridade responsável. A conservação marinha usa várias designações. Áreas Marinhas Protegidas (MPAs) são zonas marítimas administradas nas quais atividades como pesca, extração ou construção podem ser restringidas. Entre os exemplos de Granada estão Moliniere/Beausejour, Woburn/Clarks Court Bay, a MPA de Grand Anse, criada pelo SRO 10/2020, e a MPA de Sandy Island/Oyster Bed em torno de Carriacou. As zonas podem ser designadas como parque marinho, reserva marinha, santuário marinho ou sítio marinho histórico. As fontes divergem quanto à situação jurídica de Sandy Island/Oyster Bed: materiais governamentais e do Plano Nacional de Adaptação mais antigos descrevem a área como estabelecida, enquanto um registro de 2025 da Câmara dos Representantes descreve um lançamento em 2010 sem declaração jurídica de status. Portanto, verifique a Gazeta atual e a situação de gestão antes de se basear nas restrições aplicáveis. Entre os animais silvestres mais ameaçados de Granada está a pomba-de-granada, Leptotila wellsi, espécie endêmica, ave nacional e criticamente ameaçada de extinção. Uma estimativa de 2013 colocou sua população abaixo de 250 aves; uma síntese local posterior estima cerca de 160, dentro de uma faixa estimada de 107 a 229. Duas populações fragmentadas estão separadas por cerca de 9 quilômetros, e Mt. Hartman e Perseverance protegem menos de 10% do habitat conhecido. Perda de habitat, incêndios, desenvolvimento, agricultura, predadores invasores e tempestades continuam sendo grandes pressões. A rã-de-granada, Pristimantis euphronides, também está criticamente ameaçada de extinção e é um dos dois vertebrados terrestres endêmicos de Granada. Sobrevive principalmente em florestas montanhosas úmidas acima de 300 metros. Perda do dossel, ressecamento, tempestades, mudanças na chuva e no clima e a rã-assobiadora invasora das Pequenas Antilhas ameaçam seu habitat. Cinco espécies de tartarugas marinhas ocorrem nas águas de Granada: tartaruga-de-couro, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde, tartaruga-oliva e cabeçuda. Levera é a principal praia de nidificação da tartaruga-de-couro, geralmente entre março e agosto. Tartarugas-de-pente usam locais como Isle de Caille, Isle de Ronde e Carriacou sobretudo entre maio e outubro; tartarugas-verdes usam principalmente habitats de alimentação. Registros da tartaruga-oliva e da cabeçuda são raros ou incompletos. A Ocean Spirits realiza monitoramento; a SPECTO apoia visitas comunitárias e cogestão. O mangusto-pequeno-indiano, Urva auropunctata, não é nativo de Granada. Pode predar pombas-de-granada, filhotes de tartaruga, anfíbios e répteis, além de transmitir raiva. O manejo é realizado por pessoal treinado e vacinado, com armadilhas ou remoção humanitária. Moradores devem comunicar avistamentos pelo programa pertinente, em vez de tentar capturar ou envenenar os animais. As áreas naturais apoiam a proteção de bacias hidrográficas, a recuperação florestal, a silvicultura sustentável, a pesca de pequena escala, o mergulho e outras formas de turismo marinho, observação de tartarugas, caminhadas, natação, banho de mar, passeios e educação ambiental. A Economia Azul inclui pesca e aquicultura, turismo costeiro e marinho, serviços marítimos e conservação. Esses usos podem entrar em conflito quando desmatamento, incêndios, agricultura, habitação, infraestrutura, construção de resorts, pesca excessiva, pressão sobre recifes, poluição ou assoreamento danificam os mesmos ecossistemas que sustentam a água, os meios de subsistência e a proteção costeira. A zona de Levera enfrenta riscos específicos à sua integridade ecológica decorrentes de resorts ou campos de golfe, invasão, erosão e sedimentação. Carriacou e Petite Martinique exigem atenção própria por causa de seus recursos marinhos e dos efeitos do furacão Beryl em 2024. O Departamento de Florestas e Parques Nacionais, a Divisão de Pesca e o chefe de Pesca, a Autoridade de Planejamento Físico e Desenvolvimento, a Autoridade de Turismo de Granada, os ministérios pertinentes, organizações não governamentais e grupos comunitários de cogestão têm responsabilidades distintas. O Ministério do Desenvolvimento Econômico, Planejamento, Turismo, Economia Criativa, Cultura, Agricultura e Terras, Florestas, Economia Azul, Recursos Marinhos e Cooperativas, e o Ministério da Resiliência Climática, Meio Ambiente e Energia Renovável são órgãos centrais do governo. Os recursos de informação sobre biodiversidade de Granada apoiam comunidades, educadores, formuladores de políticas e visitantes. Os métodos de monitoramento incluem levantamentos acústicos e territoriais, pesquisas reprodutivas, captura e recaptura, monitoramento de ninhos e tartarugas na água e ciência cidadã. As regras de vida silvestre do Cap. 34 proíbem capturar ou destruir tartarugas e seus ovos e estabelecem períodos de defeso para aves silvestres, lagostas, tartarugas e ostras. Não se devem coletar animais silvestres, ovos ou ninhos. Abate de árvores, desmatamento, pastoreio e outros usos florestais podem exigir permissão. Em geral, áreas marinhas protegidas proíbem pesca sem autorização, remoção de flora ou fauna, dragagem, extração de areia ou cascalho, descarga de resíduos ou poluentes e alteração da área natural ou construção de estruturas sem permissão. A praia de Levera fica fechada todos os anos de 1º de abril a 31 de agosto e, em geral, o acesso público é proibido nesse período. As exceções podem abranger agentes da Divisão de Pesca, pesquisa científica e pesca com passe especial ou licença. A observação de tartarugas exige permissão do chefe de Pesca, o pagamento da taxa prevista e um guia aprovado; as visitas da SPECTO ocorrem somente no âmbito autorizado de cogestão e orientação. A infração pode resultar em multa máxima de 5.000 dólares, dois anos de prisão ou ambos. Taxas e procedimentos de cobrança para áreas marinhas não estão documentados de forma consistente; confirme as condições atuais com a Autoridade de Turismo de Granada ou a Divisão de Pesca antes de uma visita ou atividade comercial. O desenvolvimento de terrenos exige autorização por escrito da Autoridade de Planejamento Físico e Desenvolvimento. Uma avaliação de impacto ambiental (EIA) examina os prováveis efeitos ambientais e é regularmente exigida para projetos listados no Terceiro Anexo da Lei de Planejamento Físico e Controle do Desenvolvimento de 2016 quando possam ter efeitos substanciais. O processo de EIA pode incluir triagem, notificação, definição do escopo, avaliação, relatório e monitoramento. O Manual Administrativo de EIA de 2022 fornece orientação, mas não constitui, por si só, lei estatutária. Portanto, antes de iniciar a construção de resorts, projetos costeiros, de infraestrutura ou florestais, verifique as licenças de planejamento, restrições de áreas protegidas, impactos sobre espécies, efeitos sobre água e sedimentos e qualquer exigência de EIA. O Plano Nacional de Adaptação de Granada para 2025 a 2030 tem como meta proteger ou administrar 25% dos ecossistemas marinhos, costeiros e terrestres até 2030. Prevê duas novas áreas marinhas protegidas, monitoramento de dois ecossistemas adicionais, uma avaliação de vulnerabilidade de florestas secas e aumento de 40% no reflorestamento. O orçamento indicativo de seu programa de ecossistemas é de USD 35,86 milhões. Uma consultoria de 2026 para revisar o Plano do Sistema de Áreas Protegidas e os planos de gestão é uma atividade de planejamento e não cria automaticamente novas áreas protegidas. Furacões, tempestades tropicais, chuvas intensas, inundações repentinas, deslizamentos, secas, erosão costeira, elevação do nível do mar, branqueamento de corais, aquecimento e acidificação do oceano continuam a influenciar as necessidades de conservação. Historicamente, o furacão Ivan destruiu cerca de 95% da cobertura florestal de Granada; o furacão Beryl, em 2024, teve efeitos especialmente graves em Carriacou e Petite Martinique. A lagoa de Levera pode transbordar durante chuvas intensas ou marés de tempestade.
Natureza em Granada
A natureza de Granada inclui montanhas vulcânicas, florestas nubladas e pluviais, florestas secas, bacias hidrográficas, manguezais, recifes de coral, pradarias marinhas, praias e estuários em Granada, Carriacou e Petite Martinique. Esses ecossistemas regulam a água, protegem o solo e as costas, sustentam a vida silvestre e oferecem meios de subsistência por meio da agricultura, pesca, turismo e educação. A conservação é compartilhada por departamentos governamentais, gestores de áreas protegidas, comunidades e organizações especializadas; as regras variam conforme a floresta, zona úmida, área marinha e espécie.
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