História de São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe passou da colonização portuguesa e da implantação de plantações para uma sociedade marcada pelo açúcar, cacau, trabalho forçado, migração, política anticolonial e independência em 1975. As ilhas tornaram-se um dos primeiros centros atlânticos de plantações e trabalho escravizado; mais tarde, as roças recorreram ao contrato e ao trabalho dos serviçais após a abolição formal. A interpretação histórica exige comparar registos coloniais, instituições locais, testemunhos orais, comemorações e locais materiais, pois os relatos sobre Amador, Batepá e outras memórias podem divergir.

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